sábado, abril 22, 2006

SENHORA DA CABECA II


O portal da capela, bem coberto pelo bendito alpendre, que tem um rico piso em tijoleira!

9 comentários:

GreenSky disse...

Não entendo como se pode autorizar uma obra destas, o padre ou a comissão da igreja devem ter grandes cunhas para fazerem uma coisa destas sem consequências.


Um abraço

JL disse...

Amigo Albino,

Aqui está uma obra que nos deixa a todos envergonhados.
Que grande falta de sensibilidade tem quem autorizou tamanha crueldade.
E mais não digo para não ser inconveniente!

Nuno disse...

Lamentável!

eduardo disse...

Bom dia, amigo Cardoso.

Que poderei dizer? A ilustração fala por si e é mais uma desagradável constatação do que de pior se faz por Terras de Algodres.

Como diria o poeta: errar sim, mas errar melhor.

Um abraço.

al cardoso disse...

Tambem fiquei horrorizado quando vi este atentado, eu que conhecia a capela sem este acrescento.
Caro Eduardo, por ca tem se feito coisas excelentes embora nem sempre apreciadas, mas tambem se fazem destas barbaridades, no entanto neste caso sempre se podem corrigir, assim haja vontade.

blogoexisto disse...

«Num» percebo... afinal o «azuleijo» em forma de mosai...cú é lindo... para um salão de festas, de casamentos e baptizados.
Ora aí está... uma capela prontinha para se especializar em casamentos e baptizados (e funerais, digo eu, principalmente destas ideias tristes que teimam em se atravessarem no nosso campo visual).

mao morto disse...

Aberrante...

Neves disse...

De facto, o alpendre existente,desenquadra-se por completo do resto da capela.este veio substituír um outro existente aí até pelos anos 50.de qualquer das maneiras, esta obra foi decidida por gente simples da aldeia com uma só utilidade:abrigar as pessoas quando ali são feitas celebrações religiosas.No entanto, pessoas muito mais habilitadas e com responsabilidade pública e política imagino que tambem política,autorizou que a calçadoa romana, original existente na quase totalidade das ruas do povoado.Isso sim, foi um CRIME com todas as letras que devia logo ter sido denunciado. Pergunto:quem autorizou?E era tão belo ver cada vez que visitava o lugar habitado por gente simples, gentil e tão hospitaleira.Crime, digo eu.

Daniel disse...

O cavalheiro não se lembrou que a calçada romana, já não existe no povoado.De facto, alguém autorizou a sua remoção.Ainda estou para saber porquê.Será que estorvava a algúem?Concordo consigo,era muito bonito e tería o seu sgnificado hitórico.Ter autorizado a remoção praticamente total, nos dias de hoje,de facto, acho que sim, pode-se considerar crime.qual terá sido a reacção do povo?Será que alguém lhe peguntou algo?Não creio.